sábado, 15 de agosto de 2009
Ps básico....
Fucem e divulgem!!!
bjufuiii... Dani.
Sarau Vocacional Sensacional !!! al al al

OLÁ OLÁ OLÁ!!!!
Pois é José...
Dpois de séculos sem postar nothing de nothing.... (né CATHARINA!)

Mim veio aki... e '' atualizou''um pouco este ''brôgui'' (hehehehe)
Poisss é Gennntemmm, dia 13( aê vô Zagallo) de 08( um mês um tanto ''nervoso'' ) ás 19h aconteceu o nosso 1° Sarau... ehehehehehehe
E foi Sensacionallll ôhêeeee.
O encontro entre os voccionados do dia e da noite, e foi uma diliça, galerinha supinpa, serelepe e peralta, como nós da night!
Entãooo João...
Tá aii o resultado \o/
bjksebjokinhas Dani.
Graaaande Boalllll
29/12/2000
Mas... Por que globalizamos? Existem hoje duas ideologias neste mundo doente: uma diz que a humanidade é una, somos humanos irmãos - o Estado deve oferecer básicas oportunidades a todos, sem levar em conta berço e conta bancária. É muito simples de entender.
A outra, mais complicada, necessita, para ser entendida, da ajuda de uma fábula antiga, a da jangada da Medusa. Conta a história de náufragos à deriva: sem comida, decidiram matar e comer os moribundos; os aleijados depois; e, aí, criancinhas indefesas. Queriam se salvar. Foram-se comendo uns aos outros, até que, na jangada, sobrou um único sobrevivente. Quase morto de fome, começou a comer a si mesmo, primeiro pelas partes dispensáveis de seu corpo: dedos e braço esquerdo, a perna do mesmo lado.
E acabou por comer os intestinos, já que não tinha encontrado nada de mais substancioso e nutritivo nem na cabeça nem no coração; órgãos inúteis!
As últimas coisas que o náufrago comeu foram a própria língua e a boca! Depois não comeu mais nada.
No Brasil, os poderosos ainda estão comendo só as crianças de rua, os sem-terra, os sem-teto, os sem-tela, os negros, os desempregados... Mas virá o dia em que comerão a si mesma menos - aqueles que possuem "know-how off shore", é claro.
Essa ideologia canibal também se chama "modernidade". Canibalismo é moderno! Dizem que esquerda e direita são coisas da Revolução Francesa. Talvez seja verdade, mas falemos do que existe: humanistas e canibais.
Basta de hipocrisias!
Nesse confronto - Tiradentes versus Joaquim Silvério, como dizia Barbosa Lima Sobrinho - estão vencendo os canibais! Goleada sem misericórdia!
No mundo que pretende se robotizar - uso esse sinônimo para não ficar repetindo sempre a mesma palavra: globalizar! - a obra de arte perde sua razão de ser, dá lugar ao produto único: o mercado opera em nós a prótese do desejo, extirpa nosso desejo e implanta em nós o desejo do mercado.
Para vender cada vez mais, tenho de cantar com a garganta do cantor de sucesso, não com a minha; bailar com as pernas de outro bailarino, não com as que tenho; ver o mundo com olhos alheios, não os meus.
Chorar a lágrima que me jogaram no rosto, sorrir o sorriso que me esculpiram na face, como pedra.
Eu peço: cantemos com a nossa voz, bailemos com o nosso corpo, digamos a nossa palavra. Essa deve ser a arte dos humanistas, daqueles que negam a robotização, afirmam as diferenças e delas acham a unidade: somos homens, somos mulheres, temos a pele negra e temos a pele branca, temos olhos azuis e olhos castanhos, mas a nossa esperança é verde!
Somos diferentes pelas culturas onde crescemos, pelos países em que vivemos. Somos iguais pela determinação em sermos nós mesmos, em nos recusarmos a ser extensões do "mercado-rei", chimpanzés de auditório!
A globalização deseja o monólogo: para combatê-la, o diálogo é necessário. Nos sindicatos e nas igrejas, nas escolas e nos partidos, nas ciências e nas alies, na solidão do divã do psicanalista e nas reuniões multitudinárias do teatro na praça.
O teatro é um meio privilegiado para descobrirmos quem somos, pois criamos imagens do nosso desejo.
Por que o teatro? Porque existem artes, como a música, que organizam o som e o silêncio no tempo - outras, como a pintura, que organizam a forma e a cor, no espaço-, e artes como o teatro, que organizam ações humanas no espaço e no tempo.
Ao organizarem as ações humanas, revelam estruturas sociais, interações. Mostram de onde viemos, onde estamos e para onde vamos (se não tomarmos cuidado). Por isso devemos fazer teatro, todos nós, para que saibamos quem somos!
O teatro é um espelho onde vemos nossos vícios e virtudes, disse Shakespeare. Pode-se também transformar em espelho mágico, como no Teatro do Oprimido, espelho que podemos invadir e, ao penetrá-lo, ensaiar modificações dessa imagem; fazê-la melhor, mais ao nosso gosto.
Nesse espelho vemos o presente diante de nós, mas podemos também inventar o futuro dos nossos sonhos. Sabemos que o ato de transformar é transformador. Ao mudarmos nossa imagem estaremos mudando a nós mesmos, para mudarmos depois o mundo.
Teatro é arte e sempre foi arma. Hoje, para nós, mais do que nunca, lutando pela nossa sobrevivência cultural, o teatro é a arte que revela nossa identidade e é a arma que a preserva.
Sabemos que para resistir não basta dizer não. Desejar é preciso! É preciso sonhar. Não o sonho tecnicolorido da televisão, que substitui a dura realidade em preto e branco, mas o sonho que prepara uma nova realidade.
Uma nova realidade onde se busca unificar a humanidade, sim, mas não uniformizar os seres humanos. Nessa tarefa, o teatro pode ajudar.
Hoje, o teatro é uma arte marcial!
Augusto Boal, 69, diretor de teatro e dramaturgo, dirige o Centro Teatro do Oprimido (RJ).
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Diário de Bordo By
Primeiro dia de julho, um dia como outro qualquer para muitos. Uma quarta-feira de trabalho, correria e transito. Afinal numa megalópole como São Paulo, não poderia ser diferente.
Para mim, as quartas-feiras são diferentes, são especiais. Para começar é meu dia da semana preferido, e desde maio tenho finalizado o dia no curso vocacional de teatro, e que curso.
Hoje fiz questão de me programar bem para não dar nada errado, faço programação todos os dias, mas como nas últimas semanas nada que havia programado deu certo, fiquei mais esperta.
Já comecei meu dia planejando o horário que iria sair para ir ao Teatro Alfredo Mesquita. E felizmente, quebrei o ciclo e tudo correu bem. Sai às 18 horas de casa em direção ao Alfredo.
A noite já começou gostosa, sentar na escada da entrada do teatro Alfredo Mesquita e saber das novidades de quem ia chegando foi relaxante. Ajudou a entrar no clima e deixar a loucura de Sampa ali fora mesmo.
Começamos com a famosa e marcante roda de bate papo, para colocar as coisas em dia e saber que novidade Ana Flávia nos brinda.
Os exercícios sempre me surpreendem, pois começam com a descrição de uma brincadeira de criança, no final se torna um exercício que mexe com o corpo e a mente, com o coração e o instinto. E Flávia para tudo e diz, “parem de pensar, deixa a coisa rolar, deixa o corpo levar ao próximo passo”.
Gostei muito do exercício que chamei de “Re-conhecimento”, onde tivemos uma nova oportunidade de sabermos nossos nomes, mais uma oportunidade de colocar os devidos nomes nos rostos que temos vistos no último mês todas as quartas-feiras. Cintia, Simonica (Simone para ficar mais fácil), Luis, Viviane, Amanda, Crispiniano, Janete, Evania, Pedro, Vitor, Vinicius, Maurício, Maria, e a memória começa a falhar, mas para o dia até que rendeu alguns nomes para os rostos já conhecidos. Mais alguns além dos já conhecidos Ricardo, Maristela, Dario, Kátia, Daniele. Também não posso esquecer os que já memorizei e que não puderam comparecer, Catharina e Marta.
Corremos e demos boas risadas com o exercício dos “4 cantos”, e no final, que surpresa. Uma bela improvisação, e mais, com ajudinha dos amigos ficou melhor que o primeiro. E assim vamos nos descobrindo de corpo e alma, mas não pense muito, lembra a Flávia.
Enfim, minhas quartas-feiras sempre foram ótimas, mas a pouco mais de um mês finalizam-se maravilhosas. Toda essa alegria num meio de semana mega-paulistano.
domingo, 5 de julho de 2009
Diario de Bordo by Carmem
Ainda me sinto como um grãozinho que está crescendo dentro da caixinha de surpresa que sempre me olhei em cima de um palco, e a cada momento desta caixinha quando se abre eu me surpreendo com a integração de todos do grupo dando-se o máximo de si para a construção de mundo melhor.
No dia 17 de junho, quarta-feira retrassada, como sempre cheguei já aquecida da longa caminhada que faço para chegar aqui, começamos com um grande aquecimento para prepararmos nosso corpo na noite de aula que nos espera... e de repente iniciamos nossos exercícios de cantoria na grande roda que no começo meio desorganizada mas no final todos se entendem como sempre e virou um grande espetáculo de energias positiva.
Formados grupos começamos nossa brincadeira tentando chegar numa única sintonia que não imaginávamos o que iria sair, no final sem perceber estávamos caindo no mesmo mundo que vivemos no dia a dia... O ataque da elite contra a tribo indígena; não tem jeito... quase caindo na realidade da nossa vida; porém nosso braço direito trata-se logo de mudar tudo novamente, e que bom quebrar este ataque para não cairmos de novo no mundo triste.
Agora com a nova proposta, me senti bem melhor... como uma criança levada nos dois sentidos: a garota levada da breca e levada para um passeio com a Tia da escolinha..... enquanto cantamos as vogais, até deu certo! Mas no passeio de trenzinho, a Tia ficou pra trás....uns sentindo sua falta e outros dando Graças a Deus; faz parte!!! Unimos a idéia do outro grupo com a Maria Fumaça muito organizada, e assim entrando numa mesma brincadeira.
Todos prontos para um novo desafio.... agora nós mesmos teremos que colocar a proposta para o grupo adversário.... idéias surgiram e mais uma vez o bom senso de todos para entrar num acordo.... colocado a proposta sem muito tempo para combinar como seria desenvolvido.... todos tentam dar o melhor de si.
Para quem está assistindo percebe tudo que poderia ter sido melhor para ambas as partes... mas é muito divertido as expressões e o contato físico para cada encenação.
Hummm, virar insetos peçonhentos... foi muito bom vê-los morrendo com a chegada do Super DdDrim, porém conseguir tirar o diabo do corpo daquelas pessoas horrorosas.... foi muito mais cansativo; mas no final como toda novela.... conseguimos trazê-los para o rebanho da Paz, menos mal, né !!!
E finalmente chegamos ao final da nossa esperada noite... lembranças voltaram com os diários de bordo relembrando a semana anterior e tive a sensação que todos estavam aliviados por ter cumprido a missão daquela noite. Restam apenas esperar o nosso próximo encontro com mais surpresas para minha caixinha.
F i m
Carmen Silvia Absy Domingues
Diario de bordo by Luiz
Bem, na última aula só os guerreiros foram, a forte chuva aliada à véspera do feriado, resultou no não comparecimento de mais da metade da turma.
Devido ao pouco número de alunos, a aula teve um caráter mais intimista, onde nós podemos conhecer os limites do nosso corpo e a capacidade de nos manter concentrados.
Eu, que sou uma pessoa ligada na tomada de 220 volts tive dificuldade de executar algumas atividades, mas sei que com muito esforço posso evoluir.
No mesmo dia de aula, se iniciou um grande drama em minha família, que perdurou da quarta até a segunda-feira seguinte. Meu tio acabou sendo internado no hospital, com pneumonia, o quadro clínico se agravou, foi mandado para a UTI, onde ele foi entubado. Foram quatro dias de intensa agonia, resultando, no domingo à noite seu falecimento. Muito jovem, contava 49 anos e pegou todo mundo de surpresa, deixando seis filhos, sendo que um deles com oito anos de idade. A morte nos pega de surpresa, nunca sabemos quando e como ela pode ocorrer. Por isso, eu acho muito importante dá valor ao que nós andamos fazendo.
Vamos buscar fazer nossas atividades da melhor maneira possível, buscar respeitar todas as opiniões mesmo sendo opostas a sua, pois a crítica pode nos amadurecer e muitas vezes é um sinal de amizade.
Não quero fazer um discurso pessimista sobre a vida, mas mostrar o quanto é importante respeitar uns aos outros, para que no futuro o não ocorra algum tipo de remorso.
Eu termino esse diário como o refrão da música “Pais e Filhos”, do Legião Urbana:
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há.”
Luiz Carlos de Freitas Jr., 17/06/2009, falando diretamente do Teatro Alfredo Mesquita, onde tudo pode acontecer.
Diario de Bordo by Cathy
O que parecia ser uma sexta-feira na verdade era quarta, sustoooo !!! Correria, chuva, friooooo. Chego no Alfredão, molhada, estávamos eu, Ricardo, o segurança e mais uns dois funcionários do teatro. Já estávamos conformados que seríamos só nós dois quando o Soares chegou. Ao longo da noite foram chegando mais algumas poucas pessoas, mas só iniciamos de fato quase 20hs.
Relaxamento, massagem, brincar de morto, João bobo, pra aquecer era tudo que eu precisava, relaxar e esquecer do mundo lá fora.
Cenas de marionete com o corpo pesado e as expressões nos lembraram que estávamos ali pra trabalhar com diversão, é claro...
Mas o que fechou com chave de outro foi a discussão e apresentação dos diários de Bordo da Luma, Ricardo e principalmente do Soares. Falo por mim, mas quem estava com certeza também se emocionou.
A discussão formada sobre os assuntos respeito, violência, torcida e etc... fez reascender em mim uma vontade de SER a mudança que eu quero ver no mundo.
Então lembrei de uma música que vou compartilhar com vocês.
“Núcleo Base” - Ira
“ Meu amor eu sinto muito, muito, muito, mas vou indo
Pois é tarde, muito tarde e eu preciso ir embora
Sinto muito meu amor mas acho que já vou andando
Amanhã acordo cedo e preciso ir embora
Eu queria ter você mas acho que já vou andando
Outro dia pode ser mas não vai dar pra ser agora... lalalalalalala
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
E já está ficando tarde e eu estou muito cansado
Minha mente está tão cheia e estou me transbordando
Você pensa que sou louco mas estou só delirando
Você pensa que sou tolo mas estou só te olhando... lalalalalalala
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Mas não com essa farda. Mas não com essa farda
Mas não ....”
Catharina Preccaro